Anderson Lima

Anderson Lima, Torcedor do Fortaleza Esporte Clube, com várias missões e ver o Rei Leão do Brasil sempre Campeão.

Chinezinho

Postado por Anderson Lima sábado, 25 de julho de 2009

CHINESINHO FICOU conhecido pela sua raça e dedicação às equipes pelas quais passou, na carreira de atleta profissional

Jogar futebol por prazer, antes de pensar no dinheiro em si. Este sempre foi o lema do volante Chinesinho, que na década de 70 encantou as torcidas de Fortaleza, Ceará e outros clubes do Brasil, jogando com muita garra. Baixinho, Chinês notabilizou-se pela forte marcação e as arrancadas que fazia, em apoio ao ataque.

Os torcedores do Fortaleza mais antigos devem se lembrar da famosa meia cancha, Chinesinho, Lucinho e Amilton Melo. Na época, eram só três homens de meio-campo e um só volante, o que às vezes sobrecarregava a marcação, mas Chinesinho era destemido. ?Hoje, acho que eu me adaptaria melhor, porque muitos times jogam com dois cabeças-de-área e até três. A meia cancha está mais povoada de atletas hoje em dia?, compara ele. O ex-atleta arrisca o palpite de que jogadores como Louro e Pedro Basílio hoje seriam idolatrados mais ainda do que foram no passado, pela qualidade que apresentaram nos gramados.

Onde surgiu o apelido? Foi a pergunta que se impôs e para a qual ele dá a resposta: ?Eu jogava num time amador próximo à Varjota, quando o supervisor Martins Monteiro foi me buscar para o Calouros. Na época, me chamavam de Chapeuzinho. Mas o Martins foi quem manteve o diminutivo, mas mudou para Chinesinho. E pegou?.

O ex-médio-volante é filho de Beberibe, onde deu seus primeiros chutes em peladas de praia.

Jogando profissionalmente, Chinesinho surgiu no Calouros do Ar, em 1965, onde assinou seu primeiro contrato de profissional. Passou três anos no clube, depois se transferiu para o Galícia, da Bahia, onde se sagrou campeão estadual em 68.

Quis destino, que em 1970, o Fortaleza comprasse seu passe, em troca do goleiro Mundinho, que é pai do zagueiro Júnior Baiano. Permaneceu no Pici até 1977, até sair, por causa de um atrito com o ex-presidente Airton França Rebouças, já falecido.

Hoje, Chinês trabalha no quadro móvel do PV, onde aproveita para ver os jogos do seu Tricolor, é casado com Rina Maria Oliveira de Sousa e não tem filhos. Com o futebol, comprou três casas próprias. ?Não tem profissão melhor do que a de jogador?, finalizou.

FONTE: Jornal Diário do Nordeste

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